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Atrações de Jerusalém

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Jerusalém é uma cidade com inúmeras atrações principalmente do foro religioso. No entanto,a cidade santa, oferece também muita musica, teatros de rua, e mercados animados.

Muro das Lamentações e Cúpula de Rocha

Muro das Lamentações

Teatro de Jerusalém

O complexo do Teatro contém um museu de arte que explora o genocídio dos judeus através de exibições focadas em histórias pessoais de indivíduos e famílias, mortas no holocausto e contêm também uma galeria de arte.

Yad Vashem

Yad Vashem, o memorial nacional de Israel para as vítimas do Holocausto, guarda a maior biblioteca do mundo de informações relacionadas ao holocausto, com cerca  100.000 livros e artigos. Yad Vashem também relembra as 1.5 milhões de crianças judias assassinadas pelos nazistas e honra os justos entre as nações.

Centro Internacional de Convenções

Centro Internacional de Convenções,(Binyanei HaUmá), Prédios da Nação, em hebraico situa-se perto da entrada da cidade, onde a Orquestra Filarmónica de Israel, estabelecida nos anos 1940, se apresenta

Festival de Israel

O Festival de Israel, com actuações externas ou internas por cantores locais e internacionais, concertos, peças e teatro de rua, tem sido mantido anualmente desde 1961; durante os últimos 25 anos, Jerusalem tem sido o maior organizador deste evento.

Khan

O Khan, é o único teatro de repertório. A própria estação de comboios junto ao Khan, tornou-se um local para eventos culturais nos anos recentes, assim como se tornou o local de Shav’ua Hasefer, um local de exposição literária anual e de actuações musicais. O Festival de Cinema de Jerusalém acontece anualmente e apresenta tanto filmes israelitas como internacionais.

Muro das Lamentações

Hoje em dia o Muro das Lamentações,  um pequeno pedaço do muro que contornava o Segundo Templo, é o segundo local mais sagrado para os judeus, sendo o primeiro o Santo dos santos no próprio Monte do Templo. Sinagogas ao redor do mundo são tradicionalmente construídas com o seu Aron Hakodesh voltado para Jerusalém, e as do interior de Jerusalém voltadas para o Santo dos santos. Como prescrito no Mishná e codificado no Shulchan Aruch, orações diárias são recitadas em direcção a Jerusalém e ao Monte do Templo. Muitos judeus têm placas de “Mizrach” (oriente) penduradas numa parede das suas casas para indicar a direcção da oração.

Mercados

O mercado é uma das atrações turísticas mais populares de Jerusalém. Situado no quarteirão cristão é um mercado barulhento e colorido, onde se podem comprar cerâmicas decoradas, velas, souvenires, roupas étnicas, tapetes, capachos, contas, jóias, lâmpadas de vidro e itens decorativos. Os vendedores chamam as pessoas para comprar e as barraquinhas de comida exalam aromas tentadores.

Uma das maiores atrações deste mercado é que se espera que os compradores barganhem (negoceiem) pelas mercadorias, baixando o custo inicial do artigo.

Monumentos Museus de Jerusalém

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Jerusalém, tem uma atmosfera muito própria, muito mística. É impensável percorrer esta cidade e não ficar arrepiado ao passar pelos  monumentos, visitar os museus ou alguns locais com histórias tão fortes e marcantes. Jerusalém tem um cariz fortemente religioso, e por isso é muito procurada por turistas.

Jerusalém: Mesquita de Omar

Jerusalém: Mesquita de Omar

Cúpula da Rocha

A Cúpula da Rocha ou Domo da Rocha, é um dos nomes atribuídos aos alicerces que apoiam as fundações localizadas no subsolo da Mesquita de Omar, em Jerusalém. Além do interesse religioso, a belíssima cúpula toda dourada é parte integrante da paisagem de Jerusalém além de ser um património da humanidade reconhecido pela UNESCO como interesse histórico, turístico e arquitectónico.

A Cúpula da Rocha, é um santuário que guarnece o altar de sacrifícios usado por Abraão, Jacó e outros profetas que introduziram o ritual nos cultos judaicos. Davi e Salomão também consideraram o local sagrado e mais tarde enquanto altar, a Cúpula da Rocha teria sido o lugar de partida da Al Miraaj, viagem aos céus realizada pelo profeta Maomé.

A Cúpula da Rocha recebeu este outro nome devido à grande rocha circunscrita a ela, rocha que foi usada em sacrificios e é actualmente protegida no interior da Mesquita de Omar. Segundo a tradição judaica, foi nessa rocha que Abraão preparou o sacrifício do seu filho Isaac a Deus e onde, mil anos antes de Cristo, o rei Salomão construiu o primeiro templo.

Museu Torre de David.

O Museu Torre de David também designado por museu de Israel atrai quase um milhão de visitantes por ano, aproximadamente um terço deles são turistas. Os 20 acres do complexo de museus compreendem vários prédios e promovem exibições especiais e extensivas de achados arqueológicos, judaicos, e arte israelita e europeia.

Santuário do Livro

Os pergaminhos do Mar Morto, descobertos no meio do século XX nas cavernas de Qumran, estão guardados no Santuário do Livro. A Ala Nova, cuja construção mudou as exibições e funciona um extensivo programa de educação em arte, é visitado por 100.000 crianças por ano.

O Museu Rockefeller

O Museu Rockefeller, foi o primeiro museu arqueológico e está localizado no leste de Jerusalém. Foi construído em 1938 durante o mandato britânico.

O Museu Islâmico

O Museu Islâmico, no Monte do Templo, foi estabelecido em 1923 e guarda muitos artefactos islâmicos, manuscritos raros e possui umas colunas gigantes de mármore, dignas de serem vistas.

Igreja do Santo Sepulcro

A Basílica do Santo Sepulcro, é um dos locais mais sagrados para os cristãos. Segundo a tradição cristã, foi na Basílica do Santo Sepulcro em Jerusalém, que Jesus foi crucificado, sepultado e que ressuscitou ao terceiro dia, designado por domingo de Páscoa.

Mesquita de Al-Aqsa

A Mesquita de Al-Aqsa , é o terceiro local mais sagrado no Islão. Situa-se na cidade de Jerusalém e é a sua maior mesquita, tendo a capacidade de albergar  cerca de cinco mil pessoas.

O nome da mesquita, Al-Aqsa, traduz-se como “a mesquita distante” e alude a uma passagem no alcorão. A estrutura da mesquita de Al-Aqsa, é essencialmente do séc. XI. A sua cúpula está folheada a prata, não possui o vulgar pátio das mesquitas onde se realizam as abluções, e consiste numa basílica com uma nave central ladeada por seis naves laterais.

Gastronomia de Jerusalém

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A cozinha de Israel conta com a contribuição de Judeus nascidos em diversas partes do mundo. A gastronomia de Jerusalém é muito típica e diferente, mas muito agradável e com uma crescente procura na Europa.

Schnitzel e Spaetzel

Schnitzel e Spaetzel

Os judeus de origem Askenazí trouxeram para a cozinha israelita a sopa de frango, o Schnitzel e o puré, bem como saladas, como a salada de ovo, de maionese, saladas com fígado picado. Outros pratos incluem o Gefilte Fish (filete de pescado) e o Kugel de Jerusalém, podem ser considerados pratos originais de Israel. As primeiras confeitarias israelitas pertenciam a judeus Ashkenazi é a razão pela qual muitos dos mais populares bolos, como tortas e pastéis de Israel, procedem da Europa Central, estes incluem as variedades de Sufganiyá e Oznéi Amman (orelhas de Amman).

Os judeus originários do Norte da África trouxeram para a  cozinha israelita, O Cuscuz e o Mafrum que têm adquirido grande popularidade em Israel, e também introduziram a Shakshouka e vários tipos de saladas, como a  Matbucha, e a salada de zanahoria marroquina.

O Chraime, prato da cozinha Tripolitana, tem ganho popularidade nos últimos anos de forma similar ao Gefilte Fish.

Os judeus originários dos Balcãs trouxeram para a cozinha israelita as Burek (conhecido em Israel como Burekas), o iogurte e taramosalata. A cozinha de origem balcânica tem tido uma importante influência na cozinha de Jerusalém e na cozinha Tibetana.

Os judeus originários do Iraque não só contribuíram para a cozinha israelita com o Amba, o Kibbeh e o Sambusac, como também com as hortaliças ácidas. O Sabich é muito popular actualmente.

A cozinha Israelo-Mizrahi é similar à cozinha árabe destacando-se as carnes assadas, massas (doces e salgadas), pratos com arroz, verduras, pan pita e saladas.

Hummus, papas fritadas e salada é um conceito quase mitológico que descreve a variedade de adições que se inserem na pita, junto com a parte principal especialmente se se trata de falafel, shawarma ou carne assada. O uso das batatas fritas nestes pratos é exclusivo de Israel.

O Skhug introduzido pelos judeus yemenitas, a Harissa introduzida pelos judeus tunesinos e do Norte da África e a Pilpelchuma introduzida pelos judeus de Líbia, são todas diferentes versões do popular molho sobre a base de chiles e alho. O Skhug é o mais popular destes.

Pita, é  o chamado o pão nacional de Israel, popular devido a seu suave e agradável textura, e o facto de que permite comer saladas com a técnica de “limpar” as saladas com a pita.

Os canapés fritos, tal como o falafel, que consiste em bolinhos de grão-de-bico fritos, consumidos em pão sírio com hummus (pasta de grão-de-bico), tahine (pasta de gergelim) e salada. são os pratos mais populares entre os israelitas e actualmente já existem restaurantes que servem falafel em quatro sabores, o sabor original, o sésamo, sabor verde, e o sabor vermelho. Outros aperitivos fritos incluem o Kibbeh, cigarim, e pastelim que chegaram de diferentes países do Médio Oriente.

Carne assada é o que mais se come na cozinha de Israel. Os pratos que se criam desta maneira incluem o conhecido Kebab,  e Shashlik.

Shawarma chegou a Israel procedente de Turquia. O Shawarma é sumamente popular em Israel e comummente  realizado com carne de peru.

Desde a década de 90 até agora criaram-se muitos doces originais baseados no halva original. Halva é um doce de origem turca que se tornou popular entre os israelitas. O café negro com cardamomo (ou sem ele) também é muito popular.

Viagem a Jerusalém

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Jerusalém fica rodeada pela África, Ásia e Europa.  A Terra Santa engloba Israel, a Palestina e partes da Jordânia e Egipto. Jerusalém, chamada também de cidade santa para os Judeus, é a cidade principal e está dividida em três partes, Jerusalém moderna, o Monte das Oliveiras e o Monte Zion, e a cidade antiga.

Jerusalém

Jerusalém

Jerusalém é reconhecida como a cidade mais sagrada no Judaísmo. É a capital declarada de Israel e a sua maior cidade,onde vivem 732.100 residentes numa área de 125.1 km².

A cidade de Jerusalém, localiza-se nas Montanhas Judias, entre o mar mediterrâneo e o norte do Mar Morto. A sua história é uma das mais antigas do mundo, datando de IV milénio a.C., cidade santa de cristãos, judeus e muçulmanos e centro espiritual desde o séc. X a.C. Jerusalém contém um grande número de antigos e muito significativos lugares cristãos.

Apesar de pequena, a antiga cidade hospeda os principais pontos religiosos de Jerusalém, repleta de monumentos, museus e locais que retratam essa religiosidade, como o Muro das Lamentações, o Santo Sepulcro e a Cúpula da Rocha. Antigamente murada, Jerusalém, é um património mundial e tem sido tradicionalmente dividida em quatro quarteirões denominados o bairro cristão, o bairro judeu e o bairro muçulmano, introduzidos por volta do século XIX.

No curso da história, Jerusalém foi destruída duas vezes, sitiada 23 vezes, atacada 52 vezes, e capturada e recapturada 44 vezes. Ainda hoje o estatuto de Jerusalém continua a ser um dos maiores problemas no Conflito israelo-palestino.

Aramaico

O aramaico foi, possivelmente, a língua falada por Jesus e ainda hoje é a língua materna de algumas pequenas comunidades no Médio Oriente, especialmente no interior da Síria. A sua longevidade deve-se ao fato de ser escrito e falado pelos aldeões cristãos que durante milénios habitavam as cidades ao norte de Damasco, capital da Síria, entre as cidades reconhecem-se os vilarejos de Maalula e Yabrud, esse último sendo conhecido por se pensar que terá sido  o local onde Jesus Cristo se hospedou por 3 dias.

Hebraico (עברית)

É uma língua semítica que pertence à família das línguas afro-asiáticas. A Bíblia original, a Torá, que os judeus ortodoxos consideram ter sido escrita na época de Moisés, cerca de 3.300 anos atrás, foi redigida no hebraico dito “clássico”. Embora hoje em dia seja uma escrita foneticamente impronunciável, portanto indecifrável, devido à não-existência de vogais no alfabeto hebraico clássico, os judeus têm-na sempre chamado de “לשון הקודש”, Lashon haKodesh, ou então A Língua Sagrada já que muitos acreditam ter sido escolhida para transmitir a mensagem de Deus à humanidade.

O hebraico renasceu como língua falada durante o final do século XIX e começo do século XX como o hebraico moderno, adoptando alguns elementos dos idiomas árabe, ladino e outras línguas que acompanharam a Diáspora Judaica como língua falada pela maioria dos habitantes do Estado de Israel, do qual é a língua oficial primária (o árabe também tem status de língua oficial).

Jerusalém, apresenta  um clima mediterrânico, com Verões quentes e secos, e Invernos amenos e chuvosos. A sua gastronomia muito típica ganha cada vez mais adeptos na Europa.

O turismo é uma importante fonte de receitas para Israel, e este surge em massa à procura das tantas atrações, locais míticos, atmosferas sagradas, museus e monumentos, que Jerusalém  oferece.